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O cachorro chegou até a seção eleitoral, ficou diante da cabine e parece pronto para escolher seu candidato. Só existe um pequeno problema: ele provavelmente não tem título de eleitor.

Apesar da cena divertida, a entrada de animais comuns nas seções eleitorais não é automaticamente garantida. A autorização pode depender da decisão do presidente da mesa ou dos mesários, de acordo com as condições do local.

Já o cão-guia está em outra situação. Quando acompanha uma pessoa com deficiência, seu acesso e permanência são garantidos. Então, se seu cachorro estiver tentando participar da eleição, talvez seja melhor ele esperar do lado de fora — a menos que esteja ali cumprindo uma função de cão-guia.

Você já viu alguém chegar para votar acompanhado de um cachorro?