Da Redação em 21 de Outubro de 2026
Divulgação/Marinha do Brasil
O Comando da Flotilha de Mato Grosso (ComFlotMT) comemorou, na terça-feira (20), 150 anos de criação com uma cerimônia realizada no Complexo Naval de Ladário (CNLa), às margens do Rio Paraguai. A solenidade reuniu autoridades militares e marcou a trajetória da Organização Militar na atuação da Marinha do Brasil na Fronteira Oeste.
O comandante da Marinha do Brasil, Almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen presidiu a cerimônia. A programação contou ainda com o descerramento de uma placa alusiva aos 150 anos e desfile em continência ao comandante da Força Naval.
O comandante da Flotilha de Mato Grosso, capitão de Mar e Guerra Wagner Gonçalves Pereira, ressaltou o papel da unidade na manutenção da presença da Marinha na região. “A prontidão e a presença da Marinha do Brasil na Fronteira Oeste também se concretizam nas patrulhas navais, nas ações cívico-sociais, na assistência hospitalar e nas operações interagências em apoio aos órgãos do governo federal e dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, especialmente no combate aos incêndios florestais”, declarou.
Divulgação/Marinha do Brasil
Comandante da Marinha do Brasil, Almirante de Esquadra Marcos Sampaio OlsenA presença dos navios nos rios, conforme destacou o comandante, também permite ampliar o atendimento às comunidades ribeirinhas e aproximar o Estado brasileiro da população que vive em áreas de difícil acesso.
150 anos de história
Criada em 20 de outubro de 1876, a Flotilha de Mato Grosso surgiu com a missão de manter a presença do Poder Naval na estratégica região da Fronteira Oeste.
A unidade foi a segunda Organização Militar a integrar a estrutura que posteriormente daria origem ao Complexo Naval de Ladário. Três anos antes, em 1873, havia sido criado o Arsenal de Marinha do Ladário, atual Base Fluvial de Ladário.
Ao longo de um século e meio, a Flotilha consolidou sua atuação na região, especialmente nas operações realizadas pelos rios da fronteira e no atendimento às comunidades ribeirinhas.
Com informações da assessoria de comunicação da Marinha do Brasil.



